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Regulamentação no Transporte em 2026: O Que Muda e Como Sua Empresa Deve se Preparar

Transmit19 de março de 20263 min leitura

O cenário regulatório em 2026

O Brasil vive um momento de transformação na infraestrutura logística. Em 2025, contratos de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias somaram mais de R$ 500 bilhões. Para 2026, estão previstos 13 leilões de rodovias que devem mobilizar R$ 149,1 bilhões em 6.407 km de corredores logísticos. Essa expansão vem acompanhada de maior rigor regulatório. A ANTT intensifica a fiscalização sobre transportadoras, exigindo digitalização de processos e conformidade total com normas vigentes. Para empresas que contratam logística, o impacto é direto: fornecedores informais ou sem compliance representam risco operacional e jurídico.

Certificações: de diferencial a pré-requisito

Multinacionais dos setores de saúde, tabaco, financeiro e automotivo já auditam fornecedores logísticos anualmente. Certificações que antes eram vistas como “nice to have” agora são condição para manutenção de contratos: ISO 9001 (Gestão da Qualidade): Comprova processos documentados e auditados. É o pré-requisito para todas as outras certificações e a mais solicitada em processos de homologação de fornecedores. SASSMAQ: Obrigatório para transporte de produtos químicos e regulados, incluindo tabaco. Empresas do setor de tabaco auditam fornecedores com base neste padrão. ISO 14001 e ISO 45001: Gestão ambiental e segurança do trabalho. As Portarias MTE nº 122 e nº 830 de 2025 reforçaram exigências de EPIs (NR-6), com prazos até abril de 2026. Estas certificações sistematizam o cumprimento dessas normas.

ESG na logística: exigência dos grandes contratantes

Empresas dos setores financeiro e de saúde lideram a exigência de compliance ESG (Environmental, Social, Governance) de seus fornecedores. Isso inclui: Relatórios de emissões de carbono (GHG Protocol), políticas de segurança do trabalho documentadas, gestão de resíduos e controles ambientais, e avaliação de impacto social da cadeia logística. Plataformas como EcoVadis, que avaliam fornecedores em critérios ESG, estão se tornando requisito em cadeias globais. Transportadoras que não se adaptam perdem acesso a contratos corporativos de alto valor.

O impacto para quem contrata logística

Para gerentes de logística e compras, o novo cenário exige uma revisão nos critérios de seleção de fornecedores. Além de preço, prazo e cobertura, é preciso avaliar: A transportadora possui certificações reconhecidas? Os profissionais são registrados e segurados? Existem processos documentados e auditáveis? A empresa atende exigências ESG dos seus próprios clientes? Contratar um fornecedor sem compliance pode parecer econômico no curto prazo, mas representa risco de multas, interrupção de serviço e perda de contratos com grandes clientes.

Como escolher uma transportadora preparada

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